quarta-feira, 28 de maio de 2014

A nuvem se beija, se une, se funde e se transforma em algo que não existia. O amor é isso?

A episteme e a doxa não são uma dualidade da filosofia, são uma dualidade essencialmente humana - sua divisão entre corpo e alma.

O urubu no alto voa. Some nas nuvens e deixa de existir. Depois ressurge de onde menos se espera.

O tempo é o vento que nos arrasta feito nuvens errantes (para o nada? para o fim?) e nos desgasta.

Talvez nossa vida seja um livro e morte seja o fim da história.

Viver é mais que um ato de vontade, é um ato de coragem.

O céu está caindo. Que belo espetáculo. Caia sobre mim.

O romantismo é minha natureza. O exagero, o pessimismo, a loucura, o langor e a melancolia estão em minha formação assim como os músculos, os ossos e os órgãos que me constituem. Estão em mim antes que eu percebesse. São meus ingredientes invisíveis.

27/05/2013 - Nuvens dançando no imenso azul do céu.


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